INTEGRAR-RS Summit: 4 aprendizados para sua empresa construir oportunidades reais para jovens

Quando uma oportunidade abre caminhos

O primeiro emprego pode representar muito mais do que uma fonte de renda. Para muitos jovens, é a oportunidade de desenvolver habilidades, conquistar autonomia e começar a planejar o futuro.

Essa ideia esteve no centro do INTEGRAR-RS Summit 2026: Caminhos do futuro, 20 anos de história, realizado em 2 de outubro para celebrar duas décadas de atuação da INTEGRAR-RS.

O encontro reuniu clientes, parceiros, colaboradores e convidados em uma manhã de conversas sobre juventude, inclusão de pessoas com deficiência e os desafios das diferentes gerações no mercado de trabalho. As reflexões dos painelistas e a participação dos jovens talentos da INTEGRAR-RS deixaram uma mensagem em comum: oportunidades bem estruturadas podem gerar desenvolvimento para as pessoas, fortalecer as empresas e contribuir para uma sociedade mais inclusiva.

Uma abertura à altura de 20 anos de história

O Summit começou com palavras dos sócios fundadores e do presidente da INTEGRAR-RS. Eles relembraram a trajetória de duas décadas conectando jovens a oportunidades profissionais por meio de quatro frentes:

    • Estágio

    • Jovem Aprendiz

    • PCD (inclusão de pessoas com deficiência)

    • Efetivos

A mensagem foi clara: cada contratação por meio desses programas é uma parceria entre a INTEGRAR-RS, a empresa e o jovem, e foi essa confiança dos clientes que sustentou 20 anos de trabalho.

1. O primeiro emprego pode transformar trajetórias

A Dra. Cinara Braga abriu a programação com uma reflexão sobre jovens em situação de vulnerabilidade e o sonho do primeiro emprego. Para muitos, essa experiência representa não apenas a entrada no mercado, mas também a possibilidade de reconhecer o próprio potencial, construir autonomia e vislumbrar novas possibilidades para o futuro.

A conversa destacou que oferecer uma oportunidade é um primeiro passo, mas não basta. Para que o jovem se desenvolva, é importante que encontre acolhimento, orientação e acompanhamento ao longo da experiência.

O que as empresas podem aplicar:

    •  Tratar programas de aprendizagem e estágio como iniciativas de desenvolvimento, não apenas como formas de preencher vagas.

    • Preparar gestores para orientar profissionais em início de carreira.

    • Criar um ambiente em que seja seguro perguntar, aprender e receber feedback.

    • Reconhecer que o acompanhamento contribui para o pertencimento e pode favorecer a permanência.

2. Inclusão de pessoas com deficiência precisa de estrutura e continuidade

A Dra. Ana Costa abordou a aprendizagem profissional como uma possibilidade de inclusão gradual

de pessoas com deficiência no mundo do trabalho. Sua apresentação destacou a importância de

considerar as habilidades e competências de cada pessoa, além de garantir acessibilidade, apoio e

condições adequadas de aprendizagem.

A inclusão profissional não se resume ao cumprimento de cotas. Ela exige atenção às barreiras

presentes nos processos seletivos, nos ambientes de trabalho e nas atitudes do dia a dia. Também

requer tempo para que a pessoa aprenda as rotinas e para que a empresa adapte atividades, postos

de trabalho e formas de acompanhamento.

A apresentação trouxe ainda aspectos legais relacionados à aprendizagem de pessoas com deficiência.

Como a aplicação das normas depende do caso concreto, empresas devem confirmar os

requisitos com profissionais especializados e fontes oficiais atualizadas.

O que as empresas podem aplicar:

    • Revisar vagas e processos seletivos para identificar barreiras de acesso.

    • Preparar lideranças e equipes para receber e acompanhar profissionais com deficiência.

    • Avaliar quais adaptações, recursos de acessibilidade e tecnologias assistivas são necessários.

    • Planejar atividades formativas compatíveis com as habilidades e os objetivos de desenvolvimento da pessoa.

    • Manter o acompanhamento durante o processo, em diálogo com o aprendiz e a entidade formadora.

3. Geração Z: compreender o contexto ajuda a construir relações de trabalho melhores

O terceiro momento foi um bate-papo sobre a Geração Z, com a psicóloga Cíntia Vilaverde e três lideranças da INTEGRAR-RS: Micheline, coordenadora do comercial, Evelise, coordenadora pedagógica, e Sandra, head de operações.

A reflexão partiu de uma ideia importante: uma geração não é definida apenas pelo ano de nascimento,

mas também pelas experiências sociais, culturais e tecnológicas que compartilha.

A Geração Z cresceu em um contexto de hiperconectividade, transformação acelerada e incerteza.

No trabalho, parte dos jovens busca flexibilidade, equilíbrio, saúde mental, diálogo e sentido. Essas

expectativas podem ser interpretadas como desafios pelas empresas, mas também oferecem uma

oportunidade para repensar práticas de gestão e comunicação.

A apresentação também propôs olhar para além de rótulos como “falta de comprometimento”.

Diferenças de expectativas, linguagem, experiência e concepção de carreira podem gerar conflitos

entre gerações. A escuta e o diálogo ajudam a entender o que está por trás dessas percepções.

O que as empresas podem aplicar:

    • Comunicar com clareza as responsabilidades, expectativas e critérios de desempenho.

    • Oferecer feedback frequente e respeitoso, sem esperar que dúvidas se acumulem.

    • Criar espaço para conversas sobre desenvolvimento, bem-estar e perspectivas de carreira.

    • Evitar generalizações sobre jovens e avaliar cada profissional em seu contexto.

    • Promover a troca de conhecimentos entre pessoas de diferentes gerações.

4. A aprendizagem intergeracional fortalece as equipes

Um dos pontos da conversa sobre Geração Z foi o potencial de aproximar experiências distintas.

Profissionais com mais tempo de carreira podem compartilhar conhecimento institucional e experiência

prática. Jovens podem contribuir com familiaridade digital, criatividade, capacidade de adaptação

e novas perspectivas.

A proposta não é substituir uma geração por outra, mas criar condições para que diferentes formas de

pensar e trabalhar se complementem. Essa troca pode beneficiar a integração de novos profissionais

e fortalecer a colaboração nas equipes.

Na prática, as empresas podem:

    • Criar momentos de troca entre profissionais experientes e jovens talentos.

    • Incentivar tutoria e mentoria com objetivos de aprendizagem definidos.

    • Reconhecer contribuições diversas, sem associá-las automaticamente à idade.

    • Estimular projetos colaborativos que permitam compartilhar conhecimentos.

5. Jovens talentos também mostram o valor das oportunidades

O Summit contou com apresentações musicais de jovens talentos da INTEGRAR-RS. Tábata emocionou o público ao tocar violino, e Jheisson encantou os convidados com voz e violão.

As apresentações deram um rosto e uma voz às conversas da manhã: por trás de cada currículo há uma pessoa com habilidades, interesses e potencialidades que podem se desenvolver quando encontram espaço e apoio.

Depois dos painéis e das apresentações, clientes, parceiros, colaboradores e convidados compartilharam um coffee break especial. O momento encerrou a manhã com celebração e troca entre pessoas que fazem parte da trajetória da INTEGRAR-RS.

Quatro aprendizados para as empresas

As conversas do INTEGRAR-RS Summit 2026 podem ser resumidas em quatro aprendizados

práticos:

1. Oportunidade com acompanhamento pode abrir caminhos. Jovens em início de carreira

precisam de espaço para aprender, orientação e feedback.

2. Inclusão exige preparo. Acessibilidade, adaptação e envolvimento das equipes fazem parte de

um processo inclusivo.

3. Compreender a Geração Z começa por compreender seu contexto. Escuta, clareza e diálogo

ajudam a aproximar expectativas.

4. A conexão entre empresas, jovens e sociedade promove novas perspectivas para todas as partes.

20 anos conectando pessoas e empresas

Ao celebrar 20 anos, a INTEGRAR-RS reafirmou seu compromisso de conectar pessoas e empresas

por meio de soluções em Jovem Aprendiz, estágio, recrutamento e seleção e inclusão de

pessoas com deficiência. O Summit mostrou que construir o futuro do trabalho envolve criar

oportunidades reais, preparar as organizações e valorizar o potencial de cada pessoa.

A INTEGRAR-RS agradece aos painelistas, clientes, parceiros, colaboradores e jovens talentos que

fizeram parte desse encontro. Cada oportunidade construída em parceria pode contribuir para o

desenvolvimento profissional, para equipes mais preparadas e para um mercado de trabalho mais

inclusivo.

Sua empresa também pode abrir uma porta

A INTEGRAR-RS atua com Jovem Aprendiz, Estágio, PCD e efetivos, sempre com acompanhamento próximo para empresa e jovem.

Fale com nosso time comercial e descubra como sua empresa pode fazer parte dessa transformação.

 

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